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| Foto: Luiz Fernando Marchesin |
Que minha alma te
louve para te amar; que confesse as tuas misericórdias para te louvar.
Toda a
criação entoa sem cessar os teus louvores: os seres espirituais voltados para
ti, e os demais seres animados ou inanimados, através da boca de quem os
contempla. Desse modo, nossa alma, apoiando-se nas criaturas e recuperando-se
da própria fraqueza, junta-se a ti, admirável criador delas, pois em ti
encontra renovação e força verdadeira.
Santo Agostinho,
Confissões, V Livro, 1


